Web 2.0 – Consumer-Generated Media (CGM)

Comente! // Escrito em 17, jun 2010 // Artigos

Consumer-Generated Media (CGM) ou mídia gerada pelo consumidor é um termo utilizado para descrever o conteúdo que é criado e divulgado pelo próprio consumidor. Com o surgimento da Internet e o avanço das tecnologias digitais, da mesma maneira que o acesso dos consumidores à informação teve um aumento significativo, aumentou também a facilidade dos consumidores em expressar suas opiniões.

Na Internet o CGM está presente em comentários, fóruns, lista de discussões, blogs e fotologs, comunidades, grupos, sites participativos, no YouTube, na Wikipédia. Os consumidores utilizam todas as ferramentas disponíveis (Messenger, sites, blogs, emails, mensagens, celulares, etc.) para divulgar, sobretudo, suas experiências pessoais e opiniões em relação a produtos, serviços, marcas, empresas, notícias.

Assim como acontecia com o boca-a-boca, o CGM tende a ter um maior poder de influência sobre outros consumidores do que as mídias tradicionais (TV, rádio, jornais impressos), pois tendem a passar mais credibilidade. A diferença é que, com a tecnologia disponível, o impacto do CGM é muito maior que o boca-a-boca.

Algumas empresas já estão incentivando a prática do CGM junto aos seus consumidores. Outras estão contratando empresas especializadas para pesquisar o que os consumidores estão comentando sobre a sua marca, produto ou serviço.

Até o próximo!

15 anos de PHP

Comente! // Escrito em 09, jun 2010 // Artigos

Ontem, 8 de junho, completaram-se 15 anos desde que Rasmus Lerdorf lancou o PHP com um post no newsgroup comp.infosystems.www.authoring.cgi. Desde a versão 1.0 do que na época se chamava “Personal Home Page Tools”, o código aberto do PHP evoluiu muito.

Hoje na sua atual versão 5 melhorou e se modificou bastante, mas não perdeu sua essência; portanto, parabéns a todos os envolvidos e Feliz Aniversário!

Web 2.0 – Interfaces com o usuário

Comente! // Escrito em 02, jun 2010 // Artigos

A Web 2.0 propõe uma experiência de uso semelhante à de aplicativos para desktop, freqüentemente fazendo uso de uma combinação de tecnologias surgidas no final da década de 1990, que incluem Web services APIs, AJAX, Web syndication, entre outras. Estas tecnologias aumentaram a velocidade e a facilidade de uso de aplicativos Web, sendo responsáveis por um aumento significativo no conteúdo (colaborativo ou meramente expositivo) existente na Internet. Essas também permitiram que usuários comuns, que até então não possuíam conhecimentos necessários para publicar conteúdo na Internet – pela ausência de ferramentas de uso simplificado – publicassem e consumissem informação de forma rápida e constante. Notadamente têm-se os blogs e wikis como expoentes desta massificação. Permitiu ainda o desenvolvimento de interfaces, completas e funcionais, sendo que alguns aplicativos Web, ainda em versão beta, são considerados por muitos como “desktops on-line”, proporcionando ao usuário um ambiente de trabalho inteiramente baseado na www (world wide web, rede mundial de computadores), acessível de qualquer computador com conexão à Internet. De forma particular, o AJAX permite ao usuário não esperar que uma página Web se recarregue ou que o processo seja terminado para continuar usando o software. Cada informação é processada separadamente, de forma assíncrona, de forma que não é mais necessário recarregar a página a cada clique.

A Web é a plataforma, o software um serviço, na Web 2.0 os softwares funcionam pela Internet, não somente instalados no computador local, de forma que vários programas podem se integrar formando uma grande plataforma. Por exemplo, os seus contatos do programa de e-mail podem ser usados no programa de agenda, ou pode-se criar um novo evento numa agenda através do programa de e-mail. Os programas funcionam como serviços em vez de vendê-los em pacotes. Esses serviços podem ser cobrados com uma mensalidade, como a sua conta de água.

Outro conceito da Web 2.0 que interfere na programação chama-se “Beta perpétuo”. Na Web 2.0 acabaram-se os ciclos de lançamento de programas. Os programas são corrigidos, alterados e melhorados o tempo todo, e o usuário participa deste processo dando sugestões, reportando erros e aproveitando as melhorias constantes. Em oposição ao que acontece com softwares tradicionais, em caixas, com instaladores e dependentes de um sistema operacional, aplicativos Web podem ser atualizados de forma constante, linear e independente da ação do usuário final. No caso de atualizações de segurança e desempenho, por exemplo, o usuário da aplicação seria imediatamente beneficiado sem mesmo tomar conhecimento.

Na Web 2.0 os programas são abertos, ou seja, uma parte do programa pode ser utilizada por qualquer pessoa para se fazer outro programa. São utilizadas APIs para deixar que outros sites utilizem partes dos seus dados nos serviços deles. Em vez de grandes servidores provendo uma enorme quantidade de arquivos, na Web 2.0 descobriram-se as redes P2P (peer to peer, computador a computador), na qual cada usuário é um servidor de arquivos e os arquivos são trocados diretamente entre eles.

O conteúdo dos websites também sofreu um enorme impacto com a Web 2.0, dando ao usuário a possibilidade de participar, geralmente gerando e organizando as informações. Mesmo quando o conteúdo não é gerado pelos usuários, este pode ser enriquecido por meio de comentários, avaliação, ou personalização.

Algumas aplicações Web 2.0 permitem a personalização do conteúdo mostrado para cada usuário, sob forma de página pessoal, permitindo a ele a filtragem de informação que ele considera relevante.

O conceito usado é comparável com o do software livre: se há muitas pessoas olhando, todos os erros são corrigidos facilmente. Para isso existem comunidades que se auto-moderam, através da participação dos usuários indicando ao sistema qual usuário não deve mais participar da comunidade.

Dentro dos princípios da Web 2.0 o conteúdo deve ser aberto, utilizando licenças como Creative Commons que flexibilizam os direitos autorais permitindo que o usuário reutilize (republicando, alterando ou colaborando) o conteúdo. O compartilhamento de informações deve dar ao usuário a possibilidade de reutilizá-lo. Além do conteúdo editorial e noticioso, na Web 2.0 o conteúdo de alguns sites visa gerar comunidades, seja através de sites de relacionamento, seja através de comentários em notícias e blogues.

Até o próximo!

Web 2.0 e a Programação

Comente! // Escrito em 18, mai 2010 // Artigos

Começou-se a desenvolver softwares que são usados pela Internet e vendidos não em pacotes, mas como serviços, pagos mensalmente como uma conta de água. Além disso, mudou-se a forma de fazer softwares. Para que tudo funcionasse bem na Internet, foi necessária a união de várias tecnologias como o AJAX (que reúne as linguagem de programação Javascript e XML) que tornassem a experiência do usuário mais rica, com interfaces rápidas e muito fáceis de usar.

Definiu-se então que quanto mais simples e modular a programação, melhor. Assim é fácil tirar ou acrescentar uma funcionalidade ou compartilhar uma parte do seu software com outro software.

Os módulos podem ser reutilizados em diversos softwares ou compartilhados para serem usados por programas de terceiros.

Segundo esses princípios, os softwares são desenvolvidos de modo que fiquem melhores quanto mais são usados, pois os usuários podem ajudar a torná-lo melhor.

Por exemplo, quando um usuário avalia uma notícia, ele ajuda o software, a saber, qual notícia é a melhor. Da mesma maneira, quando um usuário organiza uma informação por meio de marcações, ele ajuda o software a entregar informações cada vez mais organizadas.

Até o próximo!

EspWeb – Curso de PHP

Comente! // Escrito em 05, mai 2010 // Notícias

O Departamento de Informática da UEM abre inscrições para um curso de Programação em PHP.
Os inscritos receberão um livro sobre o tema e aulas 100% práticas.
Quem tiver interesse: http://www.espweb.uem.br/phpbasico/

Web 2.0 – Conceito

Comente! // Escrito em 05, mai 2010 // Artigos

A maioria das pessoas que usa computador para trabalhar e estudar sabe o que é Orkut e YouTube. Um número um pouco menor sabe o que é My Space, a rede social que utiliza a Internet para comunicação online e interativa por meio de fotos, blogs e perfis de usuários. Orkut, YouTube, My Space e Wikipédia compartilham três aspectos:

São sites da Internet; funcionam de forma colaborativa, isto é, os usuários vão acrescentando e reformulando seus conteúdos, de forma ativa, e são todos fenômenos do que se convencionou chamar Web 2.0 a segunda fase da world wide web (www) ou rede mundial de computadores ou, ainda, Internet.

Entre 2001 e 2002, uma grande crise afetou o mercado de Internet. Foi o chamado estouro da bolha da Internet (os veículos de comunicação e analistas usaram o termo bolha porque se considerava a valorização rápida das empresas de tecnologia uma valorização artificial). Empresas que haviam enriquecido da noite para dia, com o lançamento milionário de ações na bolsa Nasdaq de empresas de alta e nova tecnologia, viram suas ações serem reduzidas praticamente a pó, também da noite parao dia.

Foi nessa época que surgiu o conceito Web 2.0. Analistas e empresários da área discutiam o estouro da bolha. Mas observavam que em meio à quebradeira geral, determinadas empresas não apenas sobreviviam, como cresciam e guardavam pontos em comum entre si. Um desses analistas foi o pioneiro da Internet e presidente e CEO da editora O´Reilly Media, Tim O´Reilly. Ele atribui a criação do conceito ao também pioneiro e vice-presidente da O´Reilly Media, Dale Dougherty, durante um brainstorming (encontro de criação) entre executivos da O´Reilly Media e a Media Live International, organizadora dos principais eventos de tecnologia do mundo.

O termo foi divulgado pela primeira vez em outubro de 2004 na primeira Web 2.0 Conference, organizada pela O´Reilly Media.

Mal foi lançado, recebeu críticas de especialistas que o consideraram mais uma buzzword (palavra técnica ou frase de efeito, sem muito significado, para impressionar o leitor ou ouvinte leigo) e uma jogada de marketing da O´Reilly Media.

A discussão avançou inclusive no blog de Tim O´Reilly, o Radar. Foi ali, em 30 de setembro de 2005, que ele publicou o texto What is Web 2.0 Design Patterns and Business Models for the Next Generation of Software (O que é Web 2.0 Padrões de Design e Modelos de Negócio para a Próxima Geração de Software), considerada a primeira conceituação da Web 2.0.

A idéia central do conceito de Web 2.0 é:

  • A mudança para uma internet como plataforma e um entendimento das regras para obter sucesso nessa nova plataforma.
  • Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Até o próximo!

Web 2.0

Comente! // Escrito em 05, mai 2010 // Artigos

Esse artigo visa mostrar as tendências e conceitos da nova formar de se utilizar a internet, indicando algumas diferenças entre Web 1.0 e 2.0, mostrando toda sua evolução e os obstáculos que vem enfrentando. Mas também toda praticidade e engenharia social que está por traz de tudo.

Mostrar como fazer da web uma plataforma e como conseguir alavancar recursos com isso, utilizar a contribuição do usuário para o seu próprio melhoramento, são algumas das idéias em torno da Web 2.0.

Desenvolver aplicações híbridas e de código aberto, gerando assim maiores possibilidades de melhoramento e desenvolvimento.

Palavras-chave: Internet, Web, Orkut, Youtube, Wikipédia.

O Artigo vai ser composto das seguintes partes:

  • Conceito
  • Web 2.0 e a programação
  • Interfaces com o usuário
  • Consumer-Generated Media (CGM)
  • A Contestação ao Conceito de Web 2.0
  • A Resposta de Tim O´Reilly
  • As Regras que Definem a Web 2.0
  • O Legado da Web 1.0
  • As Perspectivas da Web 2.0
  • Diferenças entre Web 1.0 e Web 2.0
  • Os Sete Conceitos da Web 2.0
  • Inteligência coletiva
  • Padrões de Design na Web 2.0
  • Ferramentas da Web 2.0 Beneficiam os Negócios
  • O Desafio Principal é Entender o Novo Momento
  • A Web 2.0 na Comunicação Interna e na Cadeia Produtiva
  • As Oportunidades de Negócios na Área de TI
  • Os Desafios da Segurança
  • O Futuro das Empresas na Web 2.0
  • Mal Chegamos à Web 2.0 e já se Fala em Web 3.0
  • Conclusão
  • Referências

Espero que gostem!

Rádio 104FM

Comente! // Escrito em 05, mai 2010 // Portfólio

Home-Page: www.radio104fm.com.br

Metódo de Desenvolvimento: CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo).

Ferramentas: (X)Html, PHP, CSS, Ajax,  XML, Flash.

Prefeitura Municipal de Campina da Lagoa

Comente! // Escrito em 05, mai 2010 // Portfólio

Home-Page: www.campinadalagoa.pr.gov.br

Metódo de Desenvolvimento: CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo).

Ferramentas: (X)Html, PHP, CSS, Ajax,  XML, Flash.

Pactor – Consultoria e Treinamento

Comente! // Escrito em 05, mai 2010 // Portfólio

Home-Page: www.pactorconsultoria.com.br

Metódo de Desenvolvimento: CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo).

Ferramentas: (X)Html, PHP, CSS, Ajax,  XML, Flash.

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